“Ganha mais quem não
diz e não faz, do que quem diz não fazendo”
Palavras
são demasiadas vezes embrulhos de acções ocas.
Creio
que tudo o que vivemos nada mais é que uma forma supérflua de passar pela vida,
brevidade de momentos, caminhos entorpecidos.
Prometemos,
amamos, adoramos, odiamos e choramos: dizendo.
Prometemos
o que não podemos fazer, amamos quem não devemos, adoramos meio mundo, odiamos
a outra metade (ou quem sabe ainda parte da mesma metade) e choramos com mágoa
na voz quando nos apetece: dizendo!
Palavras
tão ligeiras, leves e efémeras, que nos alimentam a vã esperança da promessa,
do amor, do ódio ou do choro. Acreditamos naquilo que velozmente passa, em algo
que não possui realização – imaginamos.
Dizer
todos dizem, fazer poucos fazem!
Não
são palavras menosprezadas e medíocres, que irão edificar uma relação, é
urgente agir.
AS PALAVRAS TERÃO QUE SER ACÇÕES
PREENCHIDAS, QUANDO DESEMBRULHADAS …
…caso contrário, não devem ser ditas.
