Foste tu que me possuíste…
Esses que por ventura nos caíram na vida
E entrelaçaram os nossos entorpecidos caminhos,
Levando-nos à exaustiva procura de ser – tendo!
Loucura?
Essa cada um com a sua, e nós com as pequenas insânias de quem
As faz com ao sabor da inocência de amar,
Somos loucos demais para este mundo!
Mas transcendências à parte, eu e tu, um mundo incompreensivelmente louco com
Doses aqui e acolá racionalizadas,
Para que nem tudo seja loucura, e nada seja monotonia.
Culpa não se tem quando de amor se trata,
É uma minúscula parte de mim que me diz isso,
A outra grande parte não reflete sequer no (in) correto da questão,
Inexplicavelmente um misere e genuíno sorriso fala mais que um atulhado de palavras
Só nos entendemos a complexidade de tudo isto,
Por sermos apenas os únicos a perceber a tamanha loucura evolvente
E o desejo interior de querer ser, incalculavelmente, um nós, repleto da mais pura paixão.
… e eu deixei-me levar pelo teu encanto

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