Eu desejaria tudo tao diferente quão possível fosse mudar a realidade.
Talvez me sinta cabalmente: nada, e nessa tamanha insignificância provavelmente sentida vou depositando umas tantas esperanças perdidas nos entretantos já vividos, tentando voltar a nascer (caso tivera vivido verdadeiramente algum dia).
Quem me dera adormecer nos pesados sonhos, e desfazer meia dúzia de coisas fazendo outra parte destas, acaso seja possível tal coisa e teria essa tal nova oportunidade de ser ou de alterar o que já se foi e é…
Se o presente me consome fugazmente, culpa está no passado mal vivido, solução então camuflada num estranho futuro que se apresenta … e o medo faz a pequenez, e a pequenez faz me.

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