Oh
tempo se fosse eu a sua princesa e tu pudesses voltar atras, tão perfeita e
afortunada seria a minha vida…
Que
sensação de sonho real me davas tu, se me desses uns poucos ou exíguos momentos
de louca paixão, aqueles do passado, em que meio mundo nos parecia verídico e a
outra metade nos parecia mentira pela veracidade que (de veras) possuía.
Não
sei se foi sonho ou utopia, apenas sei que foi duma dessas coisas da qual se
gerou o estranho, requintado e arrojado, amor por ti. Maldito sejas tu oh
sonho!
Tento
dizer – te pelas palavras ordenadamente deslocadas do seu próprio sentido, o
quanto eu gosto de ti, mas não entendes nada do que tento
exteriorizar…provavelmente serão as palavras, estúpidas o suficiente, aliadas à
balbúrdia daquilo que te escrevo, que não te possibilitam um entendimento disto
e de tudo o resto que outrora ou futuramente te escrevi ou escreverei, no
entanto, também poderá ser a tua disciplina de pensamento que te obriga e exige
a não compreensão de tais palavras. Mas tanto uma opção como a outra não me
fazem desistir de ti, no sentido oposto, fazem – me lutar cada vez mais … que
tão grande estupidez é esta.
E
por acaso se um dia perceberes o que te escrevo, voltarás?
Esse
regresso … essa utopia idealizada em ti fazem-me acreditar numa melhoria dia
após dia, num futuro contigo (sonho) perfeito…
…
Quem ama acredita, não sabe em que acredita, mas acredita em algo inacreditável
– sonha.

um dos teus melhores textos joana (:
ResponderEliminarahahah obrigada diogo :)
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