sexta-feira, 25 de maio de 2012


Oh tempo se fosse eu a sua princesa e tu pudesses voltar atras, tão perfeita e afortunada seria a minha vida…
Que sensação de sonho real me davas tu, se me desses uns poucos ou exíguos momentos de louca paixão, aqueles do passado, em que meio mundo nos parecia verídico e a outra metade nos parecia mentira pela veracidade que (de veras) possuía.
Não sei se foi sonho ou utopia, apenas sei que foi duma dessas coisas da qual se gerou o estranho, requintado e arrojado, amor por ti. Maldito sejas tu oh sonho!
Tento dizer – te pelas palavras ordenadamente deslocadas do seu próprio sentido, o quanto eu gosto de ti, mas não entendes nada do que tento exteriorizar…provavelmente serão as palavras, estúpidas o suficiente, aliadas à balbúrdia daquilo que te escrevo, que não te possibilitam um entendimento disto e de tudo o resto que outrora ou futuramente te escrevi ou escreverei, no entanto, também poderá ser a tua disciplina de pensamento que te obriga e exige a não compreensão de tais palavras. Mas tanto uma opção como a outra não me fazem desistir de ti, no sentido oposto, fazem – me lutar cada vez mais … que tão grande estupidez é esta.
E por acaso se um dia perceberes o que te escrevo, voltarás?
Esse regresso … essa utopia idealizada em ti fazem-me acreditar numa melhoria dia após dia, num futuro contigo (sonho) perfeito…
… Quem ama acredita, não sabe em que acredita, mas acredita em algo inacreditável – sonha.

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